Ter diabetes não impede a contratação de seguro de vida — mas exige atenção a detalhes que muita gente desconhece. A aceitação, o preço e as coberturas variam bastante dependendo do tipo de diabetes, do nível de controle e da seguradora consultada.
Esta página explica como o processo funciona, sem promessas nem generalizações. Cada caso é avaliado individualmente pelas seguradoras.
As seguradoras analisam o risco individual com base em uma Declaração Pessoal de Saúde (DPS) e, dependendo do perfil, exames médicos. Para quem tem diabetes, os principais fatores avaliados são:
Estas são referências gerais. Cada seguradora tem seus próprios critérios e tabelas de risco, que podem mudar a avaliação. Um corretor especializado pode ajudar a identificar qual seguradora tem critérios mais favoráveis para o seu perfil específico.
O acréscimo no prêmio é proporcional ao risco avaliado. Para um capital segurado de R$ 200.000, o acréscimo pode variar de R$ 30/mês (diabetes tipo 2 bem controlada) a R$ 150/mês ou mais (diabetes tipo 1 com complicações). Os principais fatores que reduzem o acréscimo:
A Declaração Pessoal de Saúde é um questionário obrigatório. Para quem tem diabetes, a regra é declarar tudo com precisão:
A recusa de uma seguradora não significa que nenhuma aceita. Seguradoras têm critérios diferentes para o mesmo perfil. Se houver recusa: