Você está planejando uma viagem e alguém pergunta: "Vai fazer seguro viagem?" A resposta mais comum é: "Nunca precisei." Essa é exatamente a mentalidade que faz brasileiros voltarem de viagem com contas hospitalares que levariam anos para quitar.
Uma appendicite nos EUA pode custar de US$ 15.000 a US$ 40.000. Uma remoção aeromédica do Caribe pode passar de US$ 50.000. O seguro viagem que te protegeria de tudo isso costuma custar entre R$ 80 e R$ 300 para 10 dias. A conta é simples.
Muitos brasileiros contratam o seguro só para "cumprir a burocracia" e escolhem a cobertura mais barata possível. Isso é um erro — a cobertura mínima do Schengen é um piso, não um teto ideal.
O sistema de saúde de países como EUA, Canadá e até partes da Europa pode cobrar valores que chegam a dezenas de milhares de dólares por uma internação. O SUS não funciona fora do Brasil. Sem seguro, você paga tudo no bolso.
Trilhas, mergulho, esportes radicais, safari — qualquer atividade física intensa aumenta o risco de acidentes. Verifique se a cobertura padrão inclui esses esportes ou se é necessário contratar adicional.
A probabilidade de precisar de atendimento médico é maior nesses perfis. A tranquilidade de saber que qualquer emergência está coberta vale o custo do seguro.
Para uma viagem de São Paulo ao Rio de Janeiro por 3 dias, o SUS atende emergências e o risco financeiro de não ter seguro é limitado. O seguro viagem nacional faz mais sentido para destinos remotos ou atividades de risco.
Valores estimados para adulto saudável de 35 anos em 2026. O preço sobe com a idade e com condições de saúde preexistentes.