O Brasil tem cerca de 170 milhões de pets e um mercado que deve faturar R$ 80 bilhões em 2026 — mas a maioria dos tutores ainda não tem nenhuma proteção financeira para emergências veterinárias. Se seu cão ou gato precisar de uma cirurgia de urgência, você teria como pagar do próprio bolso, sem aviso prévio? É essa pergunta que o seguro pet tenta responder.
Três fatores puxam esse crescimento: o aumento dos custos da medicina veterinária (que hoje usa exames e tratamentos parecidos com a medicina humana), a maior longevidade dos animais (que vivem mais e por isso demandam mais cuidado ao longo da vida) e a mudança no perfil dos tutores, que tratam o pet cada vez mais como parte da família.
O valor também varia conforme a idade do animal, raça (algumas têm predisposição genética a certas doenças) e a abrangência do plano escolhido — planos mais básicos cobrem só emergências, enquanto os completos incluem check-ups preventivos e vacinas.